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domingo, 19 de abril de 2015

POET AULA INAUGURAL 2015.1

A Aula inaugural da POET, que ocorrerá dia 23 de abril, com a participação do professor e tradutor Paulo Henriques Britto, irá ocorrer no Auditório José Albano, Área I do Centro de Humanidades, Avenida da Universidade, 2683 – Benfica. Fortaleza-CE, as 10h00. 
  
Paulo Henriques Britto (PUC-Rio de Janeiro) 
  
Título: "Tradução literária e variação linguística" 
  
Paulo Henriques Britto possui graduação em Licenciatura em Língua Inglesa e Portuguesa pela PUC-Rio e mestrado em Letras pela mesma instituição, de que é Professor Associado e que lhe conferiu o título de Notório Saber. Traduziu cerca de 100 livros do inglês para o português e 10 do português para o português; entre os mais recentes estão: Bishop, Elizabeth. Duas antologias de poesia e prosa, em 2012 e 2014 respectivamente; Auster, Paul. Diário de inverno (2014); Gordimer, Nadine. O melhor tempo é o presente (2014); Pynchon, Thomas. Contra o dia (2012); Dickens, Charles. Grandes esperanças (2012); DeLillo, Don. Ponto ômega (2011); James, Henry. Outra volta do parafuso (2010); Swift, Jonathan. As viagens de Gulliver (2010); Roth, Philip. A humilhação (2010). É também poeta e contista, e entre sua obra própria estão os volumes Em liten sol i flickan. Antologia poética. Seleção, tradução e posfácio de Marcia Sá Cavalcante Schuback e Magnus William-Olsson. Wahlström & Widstrand, Estocolmo, 2015. Formas do nada (2012), 8º Prêmio Bravo! Bradesco Prime de Literatura, Melhor Livro; Tarde (2007), Prêmio Alphonsus de Guimaraens, na categoria Poesia, concedido pela Fundação Biblioteca Nacional, e Terceiro lugar, Prêmio Jabuti (categoria Poesia); The Clean Shirt of It: poems of Paulo Henriques Britto (2007) — Antologia poética. Seleção e tradução de Idra Novey. Rochester, NY: BOA Editions; Macau (2004), Primeiro lugar, Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira, concedido pela Portugal Telecom, e Prêmio Alceu Amoroso Lima – Poesia, concedido pelo Centro Alceu Amoroso Lima Para a Liberdade e a Universidade Candido Mendes; Trovar claro (1997), Prêmio Alphonsus de Guimaraens na categoria Poesia, concedido pela Fundação Biblioteca Nacional; Mínima lírica (1989); Liturgia da matéria (1982); Paraísos artificiais (2004), Segundo lugar, Prêmio Jabuti (categoria Contos e Crônicas). Como ensaísta, publicou cerca de 35 trabalhos em periódicos acadêmicos, principalmente sobre teoria da tradução, tradução de poesia, poesia e versificação, e três livros: A tradução literária (2013), Prêmio Literário Fundação Biblioteca Nacional 2013, categoria Ensaio Literário; Claudia Roquette-Pinto (2010); Eu quero é botar meu bloco na rua, de Sérgio Sampaio (2009). 

Resumo. O tradutor literário precisa tomar decisões difíceis quanto à escolha de coloquialismos, marcas de oralidade e outros elementos textuais que estão associados a um determinado dialeto ou socioleto do português brasileiro. Não há um dialeto neutro, e cada caso é um caso, mas algumas considerações gerais podem ser feitas sobre essa questão.


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